
“Os momentos bons e as horas más que a memória coa…”
Estou a mil com a Piubinha. Estou feliz por isso.
Perdi o lançamento do livro do Pê. Perdi tudo. Estou triste por isso. Cheguei e não tinha quase mais nada. Como foi? Não sei, eu não vi.
Estou desanimada e borocoxô. Muitos trabalhos na faculdade e foi um deles que eu fez eu perder. Queria estar radiante, mas não estou. Quero motivos para gargalhar. A Piubinha é um ótimo motivo, mas não tá fazendo muito efeito não.
Quero uma surpresa boa. Quero que minha mãe fique boa logo (ela TAMBÉM pegou o maldito Rotavírus). Quero dinheiro pra pagar minhas contas. Quero internet boa no meu serviço, para agilizar as mil e uma coisas que eu tenho pra fazer. Quero uma calça jeans nova. Quero rever minhas amigas. Quero que não faça tanto calor. Quero que não faça tanto frio. Quero lua cheia e céu estrelado. Eu quero. Quero. Quanto querer..
Uma das melhores tarefas que eu cumpri até agora. Talvez se eu não tivesse abraçado esse projeto, não teria realizado tão rápido, porque para poder cumprir essa tarefa tive que me organizar, planejar e tudo mais.
Estou vibrante. Radiante. Ela já tem um nome, claro, porque não poderia chamá-la simplesmente de Bis, né? PIUBINHA.
História da vida real: estava eu saltitante assinando os documentos finais na SUPERMOTO, quando não mais que de repente surge a hora de ir embora. Eu estava tão nervosa que quase fiz xixi na calça. Fazia já um tempinho que não dirigia moto, né? Daí sai dirigindo e tremendo. As pernas, os braços. Aí uma velha do meu lado grita: VAIIIII PRA DIREITA! Tudo bem que eu estava na esquerda a 30 por hora, mas poxa tinha acabado de pegar a Bisinha, né? Estava nervosa. As pessoas não são nem um pouco compreensivas, né? Que mundo cruel. Eu também mandei a velha ir se *****. Foi bom. Peguei as manhas, fui até pra faculdade já e agora estou mais feliz que antes. Mas as pessoas deveriam ser mais EDUCADAS e AMIGÁVEIS, e AMÁVEIS também. Falta isso no mundo. E como falta.
Voltando da faculdade, esse tempo de Bauru muito louco me fez quase congelar os dedinhos. Lá vai luvas e blusas de frio, por uma boa causa, eu ODEIO passar frio.
Então, como essa semana na faculdade é a Semana do Administrador, está acontecendo uma programação especial, encontros com prefeitos da região, palestras e mesas redondas, bem interessante. Hoje eu fui pra assistir uma palestra de SAP – Gestão Empresarial, mas não tinha mais lugares (arghhhh, que raiva). Acabei assistindo uma sobre Negócios Internacionais, interessante também. Amanhã é vespera de feriado e eu quero ficar com meu Pê bem juntinho, porque está muito frio.
Bjos all; e se cuidem se me virem pilotando na rua, hein!! rssss

Diário de uma Paixão é uma raridade no gênero drama romântico, pois além de muito romance e sacarina, o filme não resvala em clichês e respeita a inteligência do espectador. Ponto para o diretor Nick Cassavetes (Loucos de Amor), que conseguiu reunir um elenco talentoso para levar às telas o popular livro de Nicholas Sparks (lançado no Brasil como O Caderno de Noah). Indo e vindo no tempo, o longa conta uma história de amor que tenta sobreviver a diferentes provações. Nos anos 40, Allie (Rachel McAdams, de Meninas Malvadas) é uma garota rica e mimada, mas que se apaixona pelo rústico e pobretão Noah Calhoun (o ótimo Ryan Gosling, de Tolerância Zero). É claro que os pais dela (em especial a mãe, interpretada por Joan Allen, de A Supremacia Bourne) não aceitam o romance, mas o casal não medirá esforços para ficar junto. Entre as barreiras que terão de transpor, além do preconceito familiar, estão o namorado almofadinha dela (James Marsden, dos dois X-Men) e a eclosão da Segunda Guerra. No tempo atual, Duke (James Garner, de Cowboys do Espaço) lê um caderno de recordações para uma amiga (a sempre brilhante Gena Rowlands, de Corações Apaixonados), no qual está escrita a história de Allie e Noah. Ela sofre do mal de Alzheimer e, por isso, a história lhe parece sempre nova. A Rowlands, mãe do diretor na vida real, coube o papel mais complexo da fita, que ela enfrenta com competência e humanidade. As cenas no passado têm encanto especial. Diário de uma Paixão é um daqueles filmes à moda antiga que tem tudo para agradar aos mais sensíveis e românticos.
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Descrição da doença: a infecção pelo rotavírus varia de um quadro leve, com diarréia aquosa e duração limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos, podendo evoluir a óbito. Praticamente todas as crianças se infectam nos primeiros 3 a 5 anos de vida, mesmo nos países em desenvolvimento, mas os casos graves ocorrem principalmente na faixa etária de 3 a 35 meses. No Brasil, e também em São Paulo, os dados relativos à incidência são bastante limitados.
Isso mesmo. Não fui fazer ENEM. Não.
Fui para o Hospital e estava com doença de criança (que também dá em semi-adulto, né?)
Buscopam na veia e desmaio. Dramim e Plasil na bunda e muita dor, e depois, bunda roxa.
Até hoje. Isso porque a injeção foi domingo. Segundona nem fui trabalhar porque quase virei do AVESSO. Mas agora estou 100% again.
Mas ninguém merece essa doença, credo. Se eu fiquei um trapo, imagina uma criança. Pais, atenção, vacim seu filho porque existe vacina contra esse vírus e antes gastar um pouquinho a mais com a vacina do que com remédios, soro, internação e por aí vai.
Bom, mudando de assunto, semana que vem é a semana do administrador na minha faculdade, devido ao dia do administrador (9 de setembro).
Muitas palestras, debates, mesa redonda, presença de prefeitos da Região, vai ser interessante, não pretendo perder nenhum dia.
E semana que vem também a Bis está a caminho, hein.
Fotos serão publicadas em primeira mão no meu blog.
Bjos a todos.